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Professores de Paragominas mantêm greve e cobram abertura de negociação com a Prefeitura

Na quarta-feira, 27 de agosto de 2025, professores da rede municipal de ensino de Paragominas se concentraram em frente à Prefeitura, cobrando da gestão municipal a abertura imediata de mesa de negociação.

Sem retorno até o início da noite, o movimento grevista se dirigiu ao Teatro Reinaldo Castanheira, após receber a informação de que o prefeito Sidney Rosa participaria da cerimônia de posse do Conselho Municipal de Cultura.

Pouco antes das 21h, sem que o prefeito tivesse comparecido, os manifestantes deixaram o local e reafirmaram que a greve será mantida até que a gestão municipal abra diálogo com a categoria.

De acordo com a última relação apresentada pelo Sindicato dos Profissionais do Magistério de Paragominas (SINPEMP), 45 das 78 escolas do município já aderiram à paralisação.

Escolas que aderiram ao movimento grevista:
Escola Maria Luiza
D. João VI
João Maria Fernandes
Agostinho Neves
Brasilino
Terezinha Scaramussa
São João Batista
Cícero Ávila
Unidos em Cristo
Francisco Cândido Xavier
Lions Clube
Castelinho
Angélica Dantas
Bem-Te-Vi
Educandário Menino de Deus II
Sônia Terzella
Casulo do Uraim
Hilda Oliveira Sá
Belarmina
Paulino Borges
Arnaldo Manoel Fernandes
Nossa Senhora da Conceição
Escola Nazaré
Amador Pérez
Sonho de Criança
Pincelada do Saber
Roberto Fernandes
Maria Silva Nunes
Alegria do Saber
Salmonozor
Conto de Fada
Amílcar Batista Tocantins
Geraldo Sarmento
Raimundo Expedito Bragança – CAIP
CMEI Guilherme Silva Sousa – CAIP
Anésia
Alex Dalmaso Peres
Comunitária do Uraim
Escola Monte Alegre
Raimundo Nonato Sobrinho
Chapeuzinho Vermelho
Luiz Guilherme
Reginaldo Souza Lima
Edna Aquino
Cinthia de Lira Moura

Pautas da categoria

As principais reivindicações dos professores foram organizadas em ordem alfabética pelo SINPEMP e incluem:

Aporte previdenciário em débito nos anos de 2023, 2024 e 2025;
Concurso público;
Concurso público específico para indígenas;
Construção e reforma das escolas indígenas;
Decidir os rumos da categoria (inclusive greve);
Enturmação conforme a resolução do Conselho Estadual de Educação;
Gratificação de nível superior para professores indígenas;
Hora-atividade de 33%;
Não cumprimento do piso salarial de 2025;
Pagamento das indenizações de professores contratados;
Pagamento das indenizações de professores aposentados;
Pagamento dos acordos judiciais prometidos pelo então prefeito Sidney Rosa;
Reajuste do auxílio-alimentação;
Redução de salários de professores concursados;
Redução de salários de professores contratados;
Reforma das escolas;
Reforma dos alojamentos;
Revogação da Portaria 01/2025.

A greve começou em 26 de agosto, após a reunião agendada pela gestão para a tarde do dia 25 de agosto, conforme ofícios enviados ao SINPEMP para iniciar as negociações, não ter ocorrido. Apesar dos representantes da categoria comparecerem, os da gestão não estiveram presentes. O movimento segue sem previsão de encerramento.

Por Célia Santos para Notícias Diárias

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