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A chinesa Huawei e a britânica Aggreko desenvolverão projeto de sistema de armazenamento na Amazônia brasileira

A Huawei, da China, venderá baterias para a empresa britânica Aggreko para um projeto de energia renovável na região amazônica do Brasil, no que se espera que se torne o maior sistema de armazenamento de energia da história do país, disseram as duas empresas à Reuters.

  • As baterias da Huawei funcionarão em conjunto com usinas solares instaladas em microrredes no estado do Amazonas, no Brasil, a fim de diversificar o fornecimento de energia da Aggreko na região e reduzir a dependência de usinas termelétricas poluentes.
  • O projeto da Aggreko custará cerca de 850 milhões de reais (US$ 165,55 milhões) e levará até três anos para ser totalmente implementado, com as primeiras usinas entrando em operação entre 2027 e 2028, afirmou Cristiano Lopes Saito, diretor de vendas da Aggreko para o setor de serviços públicos no Brasil.
  • “É um projeto extremamente disruptivo, o maior projeto de microrredes atualmente em andamento nas Américas”, disse Barbara Pizzolato, diretora de projetos off-grid da Huawei no Brasil, à Reuters.
  • Embora as usinas termelétricas permaneçam operacionais para garantir o fornecimento, o projeto deverá permitir menores emissões de carbono, disseram as empresas.
  • Eles preveem que as microrredes fornecerão energia para comunidades em 24 localidades do estado do Amazonas, incluindo grandes cidades como Tefé, que abriga cerca de 75.000 pessoas.
  • O projeto representa um impulso para a Huawei, já que a fabricante chinesa busca expandir suas operações no Brasil em meio às expectativas de um primeiro leilão governamental de baterias.
  • O Brasil está apenas começando a adotar sistemas de armazenamento de energia em baterias e possui apenas um projeto de grande escala desse tipo, da empresa de transmissão ISA Energia, no litoral do estado de São Paulo.

(Reuters)

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