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Vereador de Novo Reparatimento, no Pará, está entre as vítimas da queda de uma ponte entre Maranhão e Tocantins

Subiu para 18 o número de vítimas do colapso da ponte do Rio Tocantins, na divisa entre os estados do Tocantins e Maranhão, ocorrido na tarde de domingo (21), quando parte da estrutura desabou. Foram identificados entre os desaparecidos, Ailson Gomes Carneiro, vereador de Novo Repartimento, no Pará, e a esposa dele, Elisângela Santos Chagas.

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Recesso da Justiça Federal no Pará vai até o dia 7 de janeiro

A Justiça Federal em todo o Pará, incluindo a sede da Seção Judiciária, em Belém, e as Subseções de Santarém, Marabá, Altamira, Castanhal, Redenção, Paragominas, Tucuruí e Itaituba, suspendeu o expediente nas áreas judicial e administrativa a partir da sexta-feira, dia 20 dezembro, quando teve início o recesso forense. As atividades normais deverão ser retomadas a partir de 7 de janeiro de 2025, uma terça-feira.

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Caso Hydro – Centro das Indústrias e Sindicato criticam Prefeitura de Paragominas e defendem trabalho da Mineração Paragominas

STIEAPA (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Extrativas nos Estados do Pará e Amapá) e CIP (Centro das Indústrias do Pará) emitiram notas públicas criticando a conduta da Prefeitura de Paragominas em relação às medidas adotadas contra a Mineração Paragominas S.A., do grupo Hydro.

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Juiz que denuncia colegas é visto como “câncer” por desembargador

Autor de uma série de denúncias no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra supostos crimes cometidos por colegas magistrados de Mato Grosso do Sul, o juiz Rodrigo Pedrini Marcos, de Três Lagoas, é visto como um “câncer” pelo desembargador Marcos Brito, um dos cinco afastados por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no último dia 24. 

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Adnan Demachki – A bioeconomia na Amazônia e a Lei Kandir

Imaginemos uma empresa que estruture uma cadeia de fornecedores na Amazônia para adquirir óleos extraídos de plantas como andiroba, copaíba, buriti e pracaxi. Se essa empresa exportar esses óleos “in natura”, não pagará ICMS. Porém, se decidir implantar uma indústria na Amazônia, transformando esses óleos em cosméticos e gerando mais renda e empregos, ela terá que pagar impostos.

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